Lixão a céu aberto, literalmente

Por: Tônia Amanda Paz dos Santos

(a autora permite cópia, desde que citada a fonte e indicado o link para este blog)

Lixo espacial © David Clark

Foi com tom de alerta que, na semana passada, cientistas americanos do Conselho Nacional de Pesquisa divulgaram, em relatório , que a quantidade de detritos no espaço já atingiu um “ponto crítico”, o que torna o espaço “cada vez mais perigoso para os equipamentos espaciais e os astronautas”, de acordo com a afirmação de Donald Kessler, ex-diretor da Nasa (Agência Espacial Americana) e atual presidente da comissão que estuda o assunto.

De acordo com o Conselho, a quantidade de resíduos monitorados pela Rede de Vigilância Espacial aumentou de 9.949 objetos em dezembro de 2006 para 16.094 em julho de 2011. Além do risco para os astronautas, as colisões entre os detritos geram ainda mais destroços.

 A recomendação é que a Nasa implemente medidas mitigadoras e que desenvolva um sistema que regule a remoção do lixo espacial. O problema é que há dois grandes entraves a serem superados: o alto preço desse tipo de operação e a legislação internacional (atualmente,  acordos internacionais proíbem países de remover ou coletar objetos espaciais de outros países).

Fontes de pesquisa:

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